Você já pensou em ter uma academia de artes marciais?

Luís Amoroso e Fabio GurgelVocê já pensou em ter uma academia de Jiu jitsu?

E Karatê, Muay Thai ou Boxe?

 

Se você foi ou é um atleta de luta talvez essa possibilidade de ter uma academia de artes marciais já tenha passado pela sua cabeça.

Se você é professor é muito provável que você tenha pensado nisso ou que eventualmente até seja dono de uma.

Se você é apenas um praticante, mas que vive a arte marcial e seu estilo de vida intensamente também existe uma possibilidade razoável que você já tenha pensado em ter um negócio relacionado.

Se somarmos, os atletas com os professores e com os praticantes interessados chegaremos a um número razoavelmente grande de pessoas que pensaram ou pensam em ter uma academia de artes marciais.

Por que então não existem tantas academias assim? Por que ainda mais raras são as academias que tem sucesso?

Gosto sempre de fazer uma reflexão de quando vivia no Rio na década de 80, vocês sabiam que as melhores academias de ginástica do Rio se encontravam em salas de prédios comerciais? Com pouquíssima ou nenhuma estrutura? Era apenas uma sala com os colchonetes e caneleiras usadas pela mulherada, bastões de madeira, pesinhos de mão e outros poucos equipamentos.

Hoje quando olhamos o mercado do fitness podemos entender a importância de aprimorar as práticas e entregar um serviço melhor. Hoje as antigas academias de ginástica são as grandes redes de fitness com faturamento de centenas de milhões de reais.

Ok, então por que isso não acontece nas artes marciais? A pergunta deveria ser:  Por que não acontece ainda?

Acredito que vai acontecer quando os professores entenderem que são prestadores de serviço, quando as informações de como funciona o negócio estiverem claras para aquele que detém o capital (investidor) e quando os dois entenderem que são necessários um para o outro.

O jogo claro vai também evitar que exista um desgaste na relação entre professor e aluno (investidor) pois a falta de conhecimento pode gerar expectativas muito diferentes entre as partes.

O maior beneficiado será sempre o cliente que terá uma aula melhor em um local cada vez mais apropriado.

As artes marciais têm a possibilidade de multiplicar o número de praticantes em pouco tempo para isso basta que os profissionais se preparem melhor e que possam oferecer um produto atrativo para quem adoraria investir nesse segmento.

Foi pensando nisso que depois de criar o Viver de jiu jitsu, programa que ensina como se gerir uma academia de qualquer arte marcial, entrei hoje novamente em estúdio para gravar um novo programa.

Dessa vez o foco será em mostrar tanto para o professor ou atleta como fazer a transição para empreendedor, ensinando-o como avaliar um negócio já existente, como captar recursos? Como mostrar o valor do negócio a um possível investidor?

Começar um projeto do zero ou montar uma carteira de alunos primeiro?

E também olhar pelo lado do investidor, mostrando a ele o tamanho do investimento, o tempo do retorno do capital investido, pontos de fragilidade e como combate-los, qual modelo de sociedade deve ser montado com o professor entre outras coisas.

Estou muito animado!

Terei junto comigo nesse projeto ninguém menos que Luís Amoroso, um dos maiores especialistas do mercado de academia no Brasil.

Luís foi responsável pela mudança do meu negócio há 10 anos atrás e se tornou um grande amigo e parceiro desde então, estamos desenhando esse projeto há algum tempo e só pelo que produzimos no primeiro dia de filmagem tenho certeza que vocês vão ficar muito felizes com o resultado e que isso vai levar o negócio de artes marciais para outro patamar no Brasil.

 

Um abraço

Fabio Gurgel

 

 

2 opiniões sobre “Você já pensou em ter uma academia de artes marciais?

  • 20 de janeiro de 2020 em 18:54
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    Quando começaras esse curso ?

    Resposta
  • 20 de janeiro de 2020 em 19:20
    Permalink

    Grande mestre. É uma grande honra estarmos juntos nesse projeto que se propõe a mudar não apenas negócios, mas vidas. Sabemos do potencial do mercado e nos entristecemos ao vermos professores e atletas brilhantes atuarem sem um projeto de vida profissional com o mesmo nível de desafios que eles se consagram vitoriosos nos tatames.

    Assim como você, estou muito animado e confiante que por meio de informações precisas teremos a oportunidade de combinarmos a visão estratégica e a ousadia do investidor à disciplina e o comprometimento do professor que resultará, não apenas numa transição para o professor e uma oportunidade para o investidor, mas numa nova era para o negócio de artes marciais.

    Grande abraço a todos!
    Luis Amoroso

    Resposta

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